Exposições

Uma seleção de exposições no Brasil para quem gosta de fotografia

Publicado em: 29 de março de 2018

Veja uma seleção de exposições no Brasil (e, aqui, no exterior) para quem gosta de fotografia:

 São Paulo

 

Tensão – Erwin Olaf

A exposição apresenta um conjunto de 22 fotografias e dez videoinstalações do artista holandês Erwin Olaf, que busca reconhecer traços da vida contemporânea, como o isolamento e a solidão, as barreiras de comunicação que separam os indivíduos, a busca frustrada por prazer, o embate de desejos, a velocidade da passagem do tempo e os padrões impostos pela publicidade e pela indústria da moda.

MIS, até o 8 de abril

Mais informações aqui.

 


Esse Obscuro Objeto do Desejo

Em cartaz simultaneamente na galeria Fortes D’Aloia & Gabriel, em São Paulo, e na sua filial carioca, a Carpintaria, a exposição apresenta obras de oito artistas que giram em torno do tema do desejo: Miroslaw Balka, Tacita Dean, Iran do Espírito Santo, Félix González-Torres, Douglas Gordon, Roni Horn [imagem], Rivane Neuenschwander e Wolfgang Tillmans.

Galeria (São Paulo) e Carpintaria (Rio de Janeiro), até 28 de abril

Mais informações aqui.

 


Chichico Alkmim, fotógrafo

Em cartaz no IMS Paulista, a exposição Chichico Alkmim, fotógrafo apresenta mais de 300 imagens produzidas pelo fotógrafo mineiro na primeira metade do século 20. Segundo Eucanaã Ferraz, curador da mostra, “Chichico é daqueles fotógrafos que parecem ter o poder de fazer vir ao primeiro plano a vida de seus modelos. E é patente a densidade existencial que se expressa no conjunto de características físicas que chamamos fisionomia, compreendida como a realização momentânea de um destino”.

IMS Paulista, até 15 de abril

Mais informações aqui.

 


Rio de Janeiro

 

Vadios e beatos

A exposição coletiva apresenta uma seleção de fotógrafos que registraram momentos relacionados ao Carnaval. São fotografias de artistas como Carlos Vergara, Rogério Reis, Evandro Teixeira, Bárbara Wagner e Benjamin Búrca, Bruno Veiga, Celso Brandão [imagem], Miguel Rio Branco, Guy Veloso, Arthur Scovino e Karim Aïnouz, entre outros.

Galeria da Gávea, até 17 de abril

Mais informações aqui.

 


#RIOUTÓPICO – Um projeto em construção, de Rosângela Rennó

Em cartaz no IMS Rio, a exposição colaborativa #RioUtópico, da artista Rosângela Rennó, tem como proposta fazer um mapeamento fotográfico espontâneo de localidades do Rio de Janeiro cujos nomes sugerem uma situação utópica, como Chácara do Céu, Encantado, Jardim Maravilha, Luz Divina e Pedacinho do Céu, entre outros. Desde a abertura, a exposição cresceu com as contribuições recebidas de pessoas frequentadoras das comunidades, convidadas a enviar suas imagens por email, WhatsApp e Instagram.IMS Rio, até 22 de abril

Mais informações aqui.

 


Corpo a corpo: A disputa das imagens, da fotografia à transmissão ao vivo

A exposição Corpo a corpo celebra a nova produção brasileira em fotografia, cinema e vídeo através de sete trabalhos de Bárbara Wagner, Coletivo Garapa, Jonathas de Andrade, Letícia Ramos, Mídia Ninja e Sofia Borges [imagem].IMS Rio, até 22 de julho

Mais informações aqui.

 


Feito poeira ao vento

A exposição mostra parte do acervo de fotografia do Museu de Arte do Rio – MAR, com cerca de 250 imagens de 112 artistas, que vão desde o século 19 até os dias de hoje. Feito poeira ao vento apresenta trabalhos de nomes como Marc Ferrez, Kurt Klagsbrunn, Pierre Verger, Walter Firmo, Evandro Teixeira, Guy Veloso [imagem], Rodrigo Braga, Marcos Bonisson e Rogério Reis, entre outros.

Museu de Arte do Rio, até 1 de julho de 2018

Mais informações aqui.

 


O Caso Flávio – O Cruzeiro x Life: Gordon Parks no Rio de Janeiro e Henri Ballot em Nova York

Em cartaz no IMS Rio, a exposição apresenta as fotografias e a história sobre o embate editorial entre as revistas O Cruzeiro e Life ocorrido em 1961 e provocado por uma matéria de capa da revista americana, clicada por Gordon Parks, que mostrava a miséria de uma favela carioca. A resposta imediata da revista O Cruzeiro veio pelas lentes do franco-brasileiro Henri Ballot, que registrou uma área degradada de Nova York.

IMS Rio, até 10 de junho

Mais informações aqui.

 


Fortaleza

 

Luciano Carneiro: O olho e o mundo

O Dragão do Mar, em parceria com o IMS, apresenta uma retrospectiva inédita do fotojornalista cearense Luciano Carneiro. São cerca de 300 fotografias feitas entre o fim da década de 1940 e ao longo da década de 1950, período em que atuou na revista O Cruzeiro.Instituto Dragão do Mar, até 13 de maio

Mais informações aqui.

 


Êxodos – Sebastião Salgado

Resultado de viagens do fotógrafo por 40 países, a mostra Êxodos quer provocar uma reflexão sobre as questões políticas, sociais e econômicas de pessoas que foram obrigadas a deixar a sua terra natal. São 60 imagens, doadas por Lélia Wanick e Sebastião Salgado ao Instituto Terra, ONG ambiental que o casal fundou em 1998, em Aimorés (MG), e divididas em cinco temas centrais: África, Luta pela Terra, Refugiados e Migrados, Megacidades e Retratos de Crianças.

Caixa Cultural, até 20 de maio

Mais informações aqui.

 


Luz e sombra – Christian Cravo

A exposição é fruto dos registros de viagens que o fotógrafo Christian Cravo fez a sete países africanos: Namíbia, Zâmbia, Botsuana, Quênia, Tanzânia, Congo e Uganda. Em preto e branco, as imagens criam recortes nas paisagens e corpos dos animais, destacando texturas e formas.

Museu da Fotografia Fortaleza, até julho de 2018

Mais informações aqui.

 


Poços de Caldas

 

Modernidades fotográficas, 1940-1964

 

O Brasil de meados do século 20 é um país em plena transformação. O ímpeto de modernizar a vida social atinge todos os âmbitos, da economia à política, da cultura ao cotidiano, sempre num ritmo acelerado. Modernidades fotográficas visita esse período entre o regime Vargas e o golpe militar de 1964 pelos olhos de quatro grandes testemunhas de seu tempo: José Medeiros, Marcel Gautherot, Thomaz Farkas e Hans Gunter Flieg. Quatro fotógrafos incontornáveis, justamente por não pertencerem a uma mesma escola ou corrente, e sim por sua diversidade: de origem, de estilo, de interesse, de atuação, num arco que vai do jornalismo à experimentação formal, passando pela fotografia utilitária. O resultado é de grande variedade temática e estilística, sem fórmula única – e de enorme riqueza como figuração de um país tão vasto e contraditório, que só se deixa capturar pela soma de múltiplos olhares.

IMS Poços, até 30 de setembro

Mais informações aqui.

 

 

Tags: , ,

  • binho_0

    Que texto legal!