Exposições

Uma seleção de exposições pelo mundo para quem gosta de fotografia

Publicado em: 15 de maio de 2017

Veja uma seleção de exposições no mundo (e, aqui, no Brasil) para quem gosta de fotografia:

Eli Lotar

O cineasta e fotógrafo Eli Lotar (1905-1969), de origem romena, chegou em Paris em 1924 e rapidamente se tornou um dos primeiros e mais importantes fotógrafos da avant-gard francesa. Essa exposição está organizada em torno de alguns de seus tema-chave, como suas paisagens industriais, urbanas e marítimas até uma seleção de seus retratos.

Museu Jeau de Paume, Paris, até 28 de maio

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Folhas coletadas


Alec Soth

Retrospectiva do renomado fotógrafo norte-americano Alec Soth (1969), a partir de quatro ensaios importantes na sua obra: Dormindo no Mississippi (2004), Niágara (2006), Manual quebrado (2010) e Songbook (2014). Seu trabalho se distingue por uma abordagem mais lírica da fotografia documental clássica.

Fotomuseu, Antuérpia, até 4 de junho

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Lewis Baltz

Primeira grande retrospectiva do norte-americano Lewis Baltz (1945-2014) após seu recente falecimento. Baltz ajudou a consolidar a nova fotografia americana, na segunda metade do século XX, revelando principalmente as paisagens dos subúrbios das grandes cidades.

Fundação Mapfre, Madri, até 4 de junho

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Los Alamos

William Eggleston

 

A exposição do museu Foam apresenta uma coleção de fotografias feitas em diferentes viagens do fotógrafo pela região sul dos Estados Unidos entre os anos de 1966 e 1974. Entre as fotos da exposição, várias imagens icônicas de Eggleston e alguns de seus primeiros trabalhos em cores.

Foam, Amsterdã, até 7 de junho

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Wolfgang Tillmans

Na sua primeira exposição na galeria Tate Modern, o fotógrafo alemão Wolfgang Tillmans usa seu trabalho para fazer uma pergunta: o que estamos fazendo com o mundo em que vivemos hoje? O ponto de partida definido por Tillmans para a exposição é o ano de 2003, com a invasão americana ao Iraque e passeatas contra a guerra. Com fotografias, vídeos, projeções, publicações e até músicas, o artista chama a atenção para questões sociais e políticas de forma inovadora e provocadora.

Tate Modern, Londres, até 11 de junho

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Moholy-Nagy: Futuro presente

Essa grande retrospectiva do artista húngaro, professor da Bauhaus e fundador do Instituto de Design de Chicago László Moholy-Nagy (1895–1946) é uma excelente oportunidade para conhecer a obra pioneira deste pintor, fotógrafo, escultor, cineasta e designer. A exposição reúne mais de 250 obras em diferentes suportes, além da montagem de uma espaço expositivo chamado “Sala do presente”, originalmente concebida para uma mostra de Moholy-Nagy em 1930.

Museu de Arte do Município de Los Angeles, até 18 de junho

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Fenômeno fotolivro


Exposição dedicada a novas perspectivas e possibilidades para o fotolivro, apresentando uma retrospectiva de iniciativas pioneiras até as mais importantes produções contemporâneas.

Foto Coletânea, Barcelona, até 25 de junho

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Larry Sultan: Aqui e em casa

Retrospectiva abrangente da carreira do fotógrafo norte-americano Larry Sultan (1946 – 2009), famoso por fotografar sua vida familiar explorando retratos posados, narrativas domésticas e um estilo documental. Os trabalhos expostos incluem fotos do início de sua carreira e imagens do seu trabalho mais famoso Fotos de casa (Pictures from home – 1983-92).

Museu de Arte Moderna, São Francisco, até 23 de julho

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Entre o diabo e o profundo mar azul


Pieter Hugo

Em exposição no Museu de Arte de Wolfsburgo (Alemanha), os retratos, naturezas mortas e paisagens do fotógrafo sul-africano Pieter Hugo (1976) trabalham sempre com questões de opressão cultural e dominação política. A mostra apresenta obras de trabalhos famosos de Hugo, como “Kin”, “A Hiena & outros homens”, “Nollywood” e de projetos mais recentes, como “Ruanda 2004: vestígios de um genocídio” e “Flores selvagens da Califórnia”.

Museu de Arte, Wolfsburgo, até 23 de julho

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#AiWeiwei

Um dos artistas mais provocativos da atualidade, o chinês Ai Weiwei (1957) utiliza diferentes linguagens em seu trabalho, incluindo a fotografia, esculturas, performances, música e filmes. A exposição #AiWeiwei apresenta desde retratos cotidianos dos anos 80 e 90 em Nova York e Pequim, até trabalhos mais recentes usando plataformas sociais com o Instagram.

Museu de Fotografia Contemporânea, Chicago, até 2 de julho

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Memória descoberta: As fotografias do gueto de Lodz

Henryk Ross

Importante exposição que revisita o horror do cotidiano dos guetos judeus na Polônia da Segunda Guerra mundial. As imagens mostram a determinação e coragem do fotojornalista polonês Henryk Ross (1910-1991), um raro sobrevivente do gueto Lodz que conseguiu documentar o que ele chama de “nosso martírio”. Ross foi designado pelas autoridades alemãs para fotografar cenas montadas da vida no gueto que serviriam de propaganda nazista. Mas, de forma secreta e clandestina, fotografou também a realidade e as mazelas deste cotidiano em cerca de 6 mil negativos que manteve enterrados para só depois da guerra serem revelados e expostos.

Museu de Belas Artes, Boston, até 30 de julho

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Irving Penn – Centenário

A maior retrospectiva até hoje do grande fotógrafo norte-americano Irving Penn (1917-2009), esta exposição comemora o centenário de nascimento do artista. Com quase 70 anos de carreira, Penn foi um dos grandes mestres do retrato, fotografando com extrema atenção a detalhes de composição, luz e estilo.

Metropolitan, Nova York, até 30 de julho

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As oferendas

Gao Bo

Uma ampla retrospectiva da obra do artista chinês Gao Bo (1964) pode ser vista na Casa Europeia da Fotografia. Transitando entre a fotografia, a instalação e a performance, estão expostos desde seus primeiros trabalhos sobre a milenar cultura dos monges tibetanos até suas instalações mais recentes, como a intervenção onde queimou uma série de fotos para reter apenas as cinzas.

Casa Europeia da Fotografia, Paris, até 4 de setembro

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Com os olhos bem abertos. Cem anos de fotografia Leica.

A mostra Com os olhos bem aberto. Cem anos de fotografia Leica é composta por cerca de 400 fotografias que contam a história de um século de imagens com a clássica e icônica máquina de 35 mm. A exposição está estruturada em temas: Leica e a nova visão, Fotojornalismo, Fotografia subjetivista, Fotografia humanista, A fotografia de moda, A nova fotografia em cores e Fotografia de autor. A mostra apresenta trabalhos de Robert Capa, Henri Cartier-Bresson, Paul Wolff, Bruce Davidson, Robert Frank e outros fotógrafos que ajudaram a tornar a Leica um clássico. [imagem de Fred Herzog]

Fundação Telefonica, Madri, até 10 de setembro

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Magnum Recuperação Analógica

Esta mostra é fruto de um trabalho de recuperação de cópias analógicas guardadas nos arquivos da famosa agência Magnum, fundada por nomes como Robert Capa e Henri Cartier-Bresson. São milhares de imagens produzidas entre 1947 até o final de 1970 que agora são recuperadas e mostradas ao público, desde fotos já clássicas até outras pouco vistas. [imagem de Chris Steele-Perkins]

Le Bal, Paris, até 27 de outubro

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Histórias recentes: Nova fotografia africana

Exposição reúne o trabalho de 14 artistas contemporâneos da África, que investigam temas ligados a questão de identidade, pertencimento e preocupações sócio-políticas, como migração e o legado colonialista. A mostra apresenta obras dos artistas Edson Chagas, Mimi Cherono Ng’ok, Andrew Esiebo, Em’kal Eyongakpa, François-Xavier Gbré, Simon Gush, Délio Jasse, Lebohang Kganye, Sabelo Mlangeni, Mame-Diarra Niang, Dawit L. Petros, Zina Saro-Wiwa, Thabiso Sekgala e Michael Tsegaye. [imagem de Dawit L. Petros]

Coleção Walther, Neu-Ulm, Alemanha, até 29 de novembro

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Música dos balcões

Ed Ruscha

Esta exposição mostra de maneira abrangente o trabalho do artista norte-americano Ed Ruscha (1937), incluindo séries fotográficas, pinturas e desenhos dos anos 60 até os 2000. Ruscha desenvolveu sua obra tendo como referência as paisagens urbanas do oeste americano, principalmente em torno do imaginário ligado a Los Angeles e Hollywood.

Galeria Nacional da Escócia, Edimburgo, até 29 de abril de 2018

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