A forma sutil
Os livros de Felipe Russo são objetos eloquentes de silêncios. Todos são breves, com páginas espaçosas e diagramação rarefeita. Nenhum tem foto na capa. Resumir essas obras, de certa forma, já é depor contra esses silêncios. Poderíamos dizer, por exemplo, que Centro (2014), com seus detalhes do Centro de São Paulo esquadrinhados ao rés-do-chão, trata […]

