Exposições

Uma seleção de exposições pelo mundo para quem gosta de fotografia

Veja uma seleção de exposições no mundo (e, aqui, no Brasil) para quem gosta de fotografia:

Eli Lotar

O cineasta e fotógrafo Eli Lotar (1905-1969), de origem romena, chegou em Paris em 1924 e rapidamente se tornou um dos primeiros e mais importantes fotógrafos da avant-gard francesa. Essa exposição está organizada em torno de alguns de seus tema-chave, como suas paisagens industriais, urbanas e marítimas até uma seleção de seus retratos.

Museu Jeau de Paume, Paris, até 28 de maio

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Folhas coletadas


Alec Soth

Retrospectiva do renomado fotógrafo norte-americano Alec Soth (1969), a partir de quatro ensaios importantes na sua obra: Dormindo no Mississippi (2004), Niágara (2006), Manual quebrado (2010) e Songbook (2014). Seu trabalho se distingue por uma abordagem mais lírica da fotografia documental clássica.

Fotomuseu, Antuérpia, até 4 de junho

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Lewis Baltz

Primeira grande retrospectiva do norte-americano Lewis Baltz (1945-2014) após seu recente falecimento. Baltz ajudou a consolidar a nova fotografia americana, na segunda metade do século XX, revelando principalmente as paisagens dos subúrbios das grandes cidades.

Fundação Mapfre, Madri, até 4 de junho

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Los Alamos

William Eggleston

 

A exposição do museu Foam apresenta uma coleção de fotografias feitas em diferentes viagens do fotógrafo pela região sul dos Estados Unidos entre os anos de 1966 e 1974. Entre as fotos da exposição, várias imagens icônicas de Eggleston e alguns de seus primeiros trabalhos em cores.

Foam, Amsterdã, até 7 de junho

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Wolfgang Tillmans

Na sua primeira exposição na galeria Tate Modern, o fotógrafo alemão Wolfgang Tillmans usa seu trabalho para fazer uma pergunta: o que estamos fazendo com o mundo em que vivemos hoje? O ponto de partida definido por Tillmans para a exposição é o ano de 2003, com a invasão americana ao Iraque e passeatas contra a guerra. Com fotografias, vídeos, projeções, publicações e até músicas, o artista chama a atenção para questões sociais e políticas de forma inovadora e provocadora.

Tate Modern, Londres, até 11 de junho

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Moholy-Nagy: Futuro presente

Essa grande retrospectiva do artista húngaro, professor da Bauhaus e fundador do Instituto de Design de Chicago László Moholy-Nagy (1895–1946) é uma excelente oportunidade para conhecer a obra pioneira deste pintor, fotógrafo, escultor, cineasta e designer. A exposição reúne mais de 250 obras em diferentes suportes, além da montagem de uma espaço expositivo chamado “Sala do presente”, originalmente concebida para uma mostra de Moholy-Nagy em 1930.

Museu de Arte do Município de Los Angeles, até 18 de junho

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Fenômeno fotolivro


Exposição dedicada a novas perspectivas e possibilidades para o fotolivro, apresentando uma retrospectiva de iniciativas pioneiras até as mais importantes produções contemporâneas.

Foto Coletânea, Barcelona, até 25 de junho

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Larry Sultan: Aqui e em casa

Retrospectiva abrangente da carreira do fotógrafo norte-americano Larry Sultan (1946 – 2009), famoso por fotografar sua vida familiar explorando retratos posados, narrativas domésticas e um estilo documental. Os trabalhos expostos incluem fotos do início de sua carreira e imagens do seu trabalho mais famoso Fotos de casa (Pictures from home – 1983-92).

Museu de Arte Moderna, São Francisco, até 23 de julho

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Entre o diabo e o profundo mar azul


Pieter Hugo

Em exposição no Museu de Arte de Wolfsburgo (Alemanha), os retratos, naturezas mortas e paisagens do fotógrafo sul-africano Pieter Hugo (1976) trabalham sempre com questões de opressão cultural e dominação política. A mostra apresenta obras de trabalhos famosos de Hugo, como “Kin”, “A Hiena & outros homens”, “Nollywood” e de projetos mais recentes, como “Ruanda 2004: vestígios de um genocídio” e “Flores selvagens da Califórnia”.

Museu de Arte, Wolfsburgo, até 23 de julho

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#AiWeiwei

Um dos artistas mais provocativos da atualidade, o chinês Ai Weiwei (1957) utiliza diferentes linguagens em seu trabalho, incluindo a fotografia, esculturas, performances, música e filmes. A exposição #AiWeiwei apresenta desde retratos cotidianos dos anos 80 e 90 em Nova York e Pequim, até trabalhos mais recentes usando plataformas sociais com o Instagram.

Museu de Fotografia Contemporânea, Chicago, até 2 de julho

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Memória descoberta: As fotografias do gueto de Lodz

Henryk Ross

Importante exposição que revisita o horror do cotidiano dos guetos judeus na Polônia da Segunda Guerra mundial. As imagens mostram a determinação e coragem do fotojornalista polonês Henryk Ross (1910-1991), um raro sobrevivente do gueto Lodz que conseguiu documentar o que ele chama de “nosso martírio”. Ross foi designado pelas autoridades alemãs para fotografar cenas montadas da vida no gueto que serviriam de propaganda nazista. Mas, de forma secreta e clandestina, fotografou também a realidade e as mazelas deste cotidiano em cerca de 6 mil negativos que manteve enterrados para só depois da guerra serem revelados e expostos.

Museu de Belas Artes, Boston, até 30 de julho

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Irving Penn – Centenário

A maior retrospectiva até hoje do grande fotógrafo norte-americano Irving Penn (1917-2009), esta exposição comemora o centenário de nascimento do artista. Com quase 70 anos de carreira, Penn foi um dos grandes mestres do retrato, fotografando com extrema atenção a detalhes de composição, luz e estilo.

Metropolitan, Nova York, até 30 de julho

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As oferendas

Gao Bo

Uma ampla retrospectiva da obra do artista chinês Gao Bo (1964) pode ser vista na Casa Europeia da Fotografia. Transitando entre a fotografia, a instalação e a performance, estão expostos desde seus primeiros trabalhos sobre a milenar cultura dos monges tibetanos até suas instalações mais recentes, como a intervenção onde queimou uma série de fotos para reter apenas as cinzas.

Casa Europeia da Fotografia, Paris, até 4 de setembro

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Com os olhos bem abertos. Cem anos de fotografia Leica.

A mostra Com os olhos bem aberto. Cem anos de fotografia Leica é composta por cerca de 400 fotografias que contam a história de um século de imagens com a clássica e icônica máquina de 35 mm. A exposição está estruturada em temas: Leica e a nova visão, Fotojornalismo, Fotografia subjetivista, Fotografia humanista, A fotografia de moda, A nova fotografia em cores e Fotografia de autor. A mostra apresenta trabalhos de Robert Capa, Henri Cartier-Bresson, Paul Wolff, Bruce Davidson, Robert Frank e outros fotógrafos que ajudaram a tornar a Leica um clássico. [imagem de Fred Herzog]

Fundação Telefonica, Madri, até 10 de setembro

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Magnum Recuperação Analógica

Esta mostra é fruto de um trabalho de recuperação de cópias analógicas guardadas nos arquivos da famosa agência Magnum, fundada por nomes como Robert Capa e Henri Cartier-Bresson. São milhares de imagens produzidas entre 1947 até o final de 1970 que agora são recuperadas e mostradas ao público, desde fotos já clássicas até outras pouco vistas. [imagem de Chris Steele-Perkins]

Le Bal, Paris, até 27 de outubro

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Histórias recentes: Nova fotografia africana

Exposição reúne o trabalho de 14 artistas contemporâneos da África, que investigam temas ligados a questão de identidade, pertencimento e preocupações sócio-políticas, como migração e o legado colonialista. A mostra apresenta obras dos artistas Edson Chagas, Mimi Cherono Ng’ok, Andrew Esiebo, Em’kal Eyongakpa, François-Xavier Gbré, Simon Gush, Délio Jasse, Lebohang Kganye, Sabelo Mlangeni, Mame-Diarra Niang, Dawit L. Petros, Zina Saro-Wiwa, Thabiso Sekgala e Michael Tsegaye. [imagem de Dawit L. Petros]

Coleção Walther, Neu-Ulm, Alemanha, até 29 de novembro

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Música dos balcões

Ed Ruscha

Esta exposição mostra de maneira abrangente o trabalho do artista norte-americano Ed Ruscha (1937), incluindo séries fotográficas, pinturas e desenhos dos anos 60 até os 2000. Ruscha desenvolveu sua obra tendo como referência as paisagens urbanas do oeste americano, principalmente em torno do imaginário ligado a Los Angeles e Hollywood.

Galeria Nacional da Escócia, Edimburgo, até 29 de abril de 2018

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Exposições

Uma seleção de exposições no Brasil para quem gosta de fotografia

Veja uma seleção de exposições no Brasil (e, aqui, no exterior) para quem gosta de fotografia:

 São Paulo

Maio Fotografia 2017

A programação Maio Fotografia, do MIS-SP, apresenta um conjunto de exposições.

Revista Camera – A fotografia dos séculos XIX e XX traz uma seleção de imagens da coleção que Allan Porter foi construindo durante os anos em que esteve à frente da cultuada revista de fotografia Camera (1966-1981).

Farida, um Conto Sírio apresenta o trabalho inédito do brasileiro Mauricio Lima, que acompanhou durante seis meses o fluxo migratório de refugiados do Oriente Médio à Europa, tornando-se com este ensaio o primeiro brasileiro a receber o Prêmio Pulitzer (2016).

A mObgraphia traz três exposições: Avessos e paradigmas, com obras dos veteranos German Lorca, Maureen Bisilliat, Nair Benedicto e Penna Prearo fotografando pela primeira vez com celular; A arte da observação urbana, do coletivo internacional Hikari Creative, formado por premiados fotógrafos internacionais, com suas produções feitas por smartphones, e a segunda edição do Festival Latino-Americano de Mobgrafias (FLAMOB), que apresenta fotografias premiadas.

Completa a programação uma curadoria especial feita com o acervo de fotografia do próprio MIS, intitulada Caçador e construtor, que tem entre seus destaques obras de Cristiano Mascaro, Arnaldo Pappalardo, Fernando Natalici e Gal Oppido e a mostra Passagens da inocência de Giullia Paulinelli, uma das artistas selecionadas pelo programa Nova Fotografia 2017.
[Imagem de Adriana Zehbrauskas – Coletivo Hikari]

MIS-SP, até 28 de maio

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Avenida Paulista

Com esta exposição, o Masp volta a atenção para seu entorno, compreendendo a avenida Paulista não apenas como local onde o museu está inserido, mas também como objeto de consideração e reflexão. Trata-se de uma atenção significativa no contexto dos 70 anos do Museu: a mostra representa um olhar para este local icônico da cidade, que é ao mesmo tempo cartão-postal e palco de embates e disputas de muitas ordens.
[Imagem de Mauro Restiffe]

Masp, até 28 de maio

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Retrato: território da fotografia

A exposição Retrato: território da fotografia reúne a produção de fotógrafos nacionais e internacionais, como Horst P. Horst, Erwin Blumenfeld, Bob Gruen, Miro, Bob Wolfenson, Klaus Mitteldorf e Mario Testino, entre outros grandes nomes. O objetivo da mostra é valorizar o retrato, gênero mais popular da fotografia, a partir de uma seleção de imagens que pertencem ao acervo do MAB FAAP.
[Imagem de Bob Wolfenson]

MAB – FAAP, até 4 de junho

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Henri-Cartier Bresson: primeiras fotografias

Em 1932, com a idade de 24 anos, o francês Henri Cartier-Bresson adquiriu, em Marselha, a câmera Leica da qual nunca se separou. Nos três anos seguintes, ele criou uma das mais originais e influentes narrativas visuais da história da fotografia. Nesta mostra, com fotos clássicas e algumas inéditas, podemos perceber o caminho percorrido pelo jovem fotógrafo, suas viagens e aventuras pela Espanha, México, França e Itália.

Sesi-SP, até 25 de junho

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Curitiba

Matéria Escura
Manoel Veiga

O Museu Oscar Niemeyer recebe a mostra Matéria Escura, de Manoel Veiga. A exposição é composta por 33 de fotografias impressas em tela da série mais recente do artista, que revisita as pinturas de Caravaggio e elimina as cores e os personagens, deixando apenas os tecidos, roupas e cortinas, com os quais o mestre italiano construía suas cenas.

Museu Oscar Niemeyer, até 11 de junho de 2017

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Exposições

Uma seleção de exposições no Brasil para quem gosta de fotografia

Veja uma seleção de exposições no Brasil (e, aqui, no exterior) para quem gosta de fotografia:

São Paulo

 

 

Imagem-movimento

Zipper Galeria, até 14 de janeiro de 2017

A exposição explora a capacidade da fotografia, comumente associada à perenidade, de comunicar duração e movimento ao reunir obras e artistas que questionam imobilidade da imagem, seja através da escolha de tema, suporte ou modo de operar. Obras de André Penteado, Felipe Russo, Ana Vitória Mussi, Katia Maciel, Graciela Sacco, Patricia Gouvêa, entre outros, nas quais aspectos como deslocamentos, suportes cinéticos e efêmeros, longas exposições e relações temporais entre elementos pictóricos se entremeiam. Mais informações aqui. [imagem: Patricia Gouvêa]


 

German Lorca: Arte ofício/artifício

Sesc Bom Retiro, até 26 de fevereiro de 2017

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A exposição é dividida em três núcleos: no primeiro estão reunidas experimentações do artista com a técnica fotográfica, incluindo solarizações, múltiplas exposições e jogos de inversão negativo-positivo. Outro nicho expositivo mostra sua aproximação com o meio publicitário a partir da década de 1940, quando produziu diversas campanhas de marcas brasileiras. Por fim, o visitante tem uma rara oportunidade de conferir algumas obras em cores do fotógrafo, que se afirmou como um dos expoentes da fotografia moderna brasileira com sua obra predominantemente monocromática. Mais informações aqui.


 

III Mostra do Programa de Exposições 2016

Centro Cultural São Paulo, até 12 de março de 2017

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Entre os artistas e coletivos que integram a mostra está o Nervo Óptico, grupo que atuou entre 1977-78 publicando um cartazete mensal, nos moldes da arte postal. Livros, revistas, fotografias, fotomontagens e registros de instalações compõem um resgate do trabalho do coletivo, que usava a imagem fotográfica como forma principal de expressão. Mais informações aqui.


 

Fotografia publicitária brasileira

Casa da Imagem, até 2 de abril de 2017

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A mostra reúne mais de setenta profissionais da área e imagens criadas a partir da década de 1950 até a atualidade. A evolução do discurso publicitário no país é representada através de produtos e marcas que pontuaram os hábitos de consumo brasileiros e suas respectivas campanhas. O grande destaque fica para os pioneiros Otto Stupakoff, Hans Gunter Flieg, German Lorca e outros mestres que afirmaram a pertinência desta linguagem. Mais informações aqui. [imagem: German Lorca]


 

Rio de Janeiro

 

Espírito de tudo
Rosângela Rennó

Oi Futuro Flamengo, até 29 de janeiro de 2017

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Ocupando todo o espaço do Oi Futuro Flamengo, a mostra reúne seis obras da artista multimídia que trabalham com a imagem em diferentes esferas. Em Turista transcedental, por exemplo, Rennó manipula vídeos de viagens a diversos pontos do planeta, distanciando-se da paisagem em si e concentrando a experiência na relação com culturas estrangeiras. Segundo a artista, as obras que compõem o Espírito de tudo mostram que há muitos outros mistérios entre o céu e a terra, além daqueles que os filósofos, poetas e artistas já detectaram. Mais informações aqui.


 

Modernidades fotográficas, 1940-1964

Instituto Moreira Salles – Rio de Janeiro, até 26 de fevereiro de 2017

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Modernidades fotográficas, 1940-1964 é a nova exposição de longa duração em cartaz na Galeria Marc Ferrez no Instituto Moreira Salles do Rio de Janeiro. É possível explorar mais de 160 imagens de quatro grandes fotógrafos brasileiros num período crucial para a formação da fotografia moderna no país. Com curadoria de Ludger Derenthal, coordenador da coleção de fotografia da Kunstbibliothek em Berlim, e Samuel Titan Jr., coordenador executivo cultural do IMS, a mostra apresenta do fotojornalismo de José Medeiros (1921-1990) ao modernismo de Marcel Gautherot (1910-1996), da abstração de Thomaz Farkas (1924-2011) à fotografia industrial de Hans Gunter Flieg (1923) – com um país em rápida e contraditória transformação como pano de fundo. Mais informações aqui. [imagem: Thomaz Farkas]


 

Otto Stupakoff: Beleza e inquietude

Instituto Moreira Salles – Rio de Janeiro, até 30 de abril de 2017

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A retrospectiva do pioneiro da fotografia de moda no Brasil, cujo acervo de 16 mil imagens está sob a guarda do IMS desde 2008, foi dividida em quatro núcleos que contemplam toda a sua trajetória profissional: os anos de formação e início da carreira nos anos 1950; sua colaboração com importantes revistas como a Vogue francesa, a americana Harper’s Bazaar e retratos de celebridades como Jack Nicholson; sua série de nus; e uma sala dedicada às inúmeras viagens que fez, incluindo destinos como o Ártico. Mais informações aqui.


 

 

Belo Horizonte

 

Estado da natureza
Pedro Motta

CâmeraSete, até 25 de fevereiro de 2017

O fotógrafo, que utiliza extensivamente da manipulação digital em seu trabalho, expõe mais de 70 imagens distribuídas em oito séries, nas quais explora a tênue linha entre elementos naturais e o comportamento humano. Entre as obras expostas estão Flora negra, instalação fruto de uma residência na Colômbia, e a série Naufrágio calado, na qual Motta insere carcaças de barcos em paisagens marcadas por erosões de grande dimensões. A erosão é também o tema em Falência #2, obra criada especialmente para o espaço da exposição. Mais informações aqui.


 

Curitiba

 

Êxodos
Sebastião Salgado

Caixa Cultural Curitiba, até 12 de fevereiro de 2017

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O fotógrafo lança seu olhar sobre movimentos migratórios induzidos por conflitos políticos e étnicos no mundo desde 1993, analisando como a história e geografia são alteradas por eles. A mostra traz o resultado desta pesquisa, para a qual Salgado percorreu quarenta países retratando a realidade de pessoas obrigadas a deixar sua terra natal por motivos sociais e econômicos. Mais informações aqui.


 

Recife

 

PaLarva
Paulo Bruskcy

Caixa Cultural Recife, até 12 de fevereiro de 2017

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Com cerca de 300 obras, esta retrospectiva inédita da poesia visual de Bruscky inclui trabalhos realizados desde a década de 1960, assim como alguns produzidos exclusivamente para a mostra. Mais informações aqui.


 

Salvador

 

World Press Photo

Caixa Cultural Salvador, até 29 de janeiro de 2017

Migrants crossing the border from Serbia into Hungary.

A exposição reúne as 164 imagens vencedoras da 59ª edição do prêmio de fotojornalismo, que expõe seus resultados na Bahia pela primeira vez. Entre as fotografias premiadas estão duas de Maurício Lima, fotojornalista brasileiro vencedor do prêmio Pulitzer deste ano, e outra do espanhol Sebastián Liste, que fotografou a rotina do Papo Reto, coletivo de mídia independente que atua no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. Mais informações aqui. [imagem: Warren Richardson]