Exposições

Uma seleção de exposições no Brasil para quem gosta de fotografia

Veja uma seleção de exposições no Brasil (e, aqui, no exterior) para quem gosta de fotografia:

 São Paulo

In Natura
Jorge Bodanzky

In Natura é o mais recente projeto do fotógrafo e cineasta Jorge Bodanzky, conhecido por seus trabalhos de forte apelo social e ambiental. Sua nova série fotográfica retrata a natureza a partir da fusão entre elementos figurativos e abstratos. Utilizando a câmera em movimento e sem qualquer manipulação posterior, o fotógrafo cria imagens poéticas de beleza dinâmica. A exposição traz cerca de 30 imagens em grandes formatos e marca a nova fase experimental do artista que tem mais de 40 anos de carreira.

Caixa Cultural, até 14 de maio

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Improvável
Mario Ramiro

Um dos representantes da produção conceitual dos anos 1980 em novos meios como arte-xerox e outros experimentos, Mario Ramiro (1957) realiza sua primeira individual em São Paulo: Improvável. Ex-integrante do importante coletivo 3NÓS3 junto com Hudinilson Jr. (1957-2013) e Rafael França (1957-1991), grupo precursor de intervenções urbanas no país, o artista apresenta um panorama de sua produção visual, incluindo trabalhos recentes e outros mais históricos.

Galeria Zipper, até 13 de maio

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Maio Fotografia 2017

A programação Maio Fotografia, do MIS-SP, apresenta um conjunto de exposições.

Revista Camera – A fotografia dos séculos XIX e XX traz uma seleção de imagens da coleção que Allan Porter foi construindo durante os anos em que esteve à frente da cultuada revista de fotografia Camera (1966-1981).

Farida, um Conto Sírio apresenta o trabalho inédito do brasileiro Mauricio Lima, que acompanhou durante seis meses o fluxo migratório de refugiados do Oriente Médio à Europa, tornando-se com este ensaio o primeiro brasileiro a receber o Prêmio Pulitzer (2016).

A mObgraphia traz três exposições: Avessos e paradigmas, com obras dos veteranos German Lorca, Maureen Bisilliat, Nair Benedicto e Penna Prearo fotografando pela primeira vez com celular; A arte da observação urbana, do coletivo internacional Hikari Creative, formado por premiados fotógrafos internacionais, com suas produções feitas por smartphones, e a segunda edição do Festival Latino-Americano de Mobgrafias (FLAMOB), que apresenta fotografias premiadas.

Completa a programação uma curadoria especial feita com o acervo de fotografia do próprio MIS, intitulada Caçador e construtor, que tem entre seus destaques obras de Cristiano Mascaro, Arnaldo Pappalardo, Fernando Natalici e Gal Oppido e a mostra Passagens da inocência de Giullia Paulinelli, uma das artistas selecionadas pelo programa Nova Fotografia 2017.
[Imagem de Adriana Zehbrauskas – Coletivo Hikari]

MIS-SP, até 28 de maio

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Avenida Paulista

Com esta exposição, o Masp volta a atenção para seu entorno, compreendendo a avenida Paulista não apenas como local onde o museu está inserido, mas também como objeto de consideração e reflexão. Trata-se de uma atenção significativa no contexto dos 70 anos do Museu: a mostra representa um olhar para este local icônico da cidade, que é ao mesmo tempo cartão-postal e palco de embates e disputas de muitas ordens.
[Imagem de Mauro Restiffe]

Masp, até 28 de maio

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Retrato: território da fotografia

A exposição Retrato: território da fotografia reúne a produção de fotógrafos nacionais e internacionais, como Horst P. Horst, Erwin Blumenfeld, Bob Gruen, Miro, Bob Wolfenson, Klaus Mitteldorf e Mario Testino, entre outros grandes nomes. O objetivo da mostra é valorizar o retrato, gênero mais popular da fotografia, a partir de uma seleção de imagens que pertencem ao acervo do MAB FAAP.
[Imagem de Bob Wolfenson]

MAB – FAAP, até 4 de junho

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Henri-Cartier Bresson: primeiras fotografias

Em 1932, com a idade de 24 anos, o francês Henri Cartier-Bresson adquiriu, em Marselha, a câmera Leica da qual nunca se separou. Nos três anos seguintes, ele criou uma das mais originais e influentes narrativas visuais da história da fotografia. Nesta mostra, com fotos clássicas e algumas inéditas, podemos perceber o caminho percorrido pelo jovem fotógrafo, suas viagens e aventuras pela Espanha, México, França e Itália.

Sesi-SP, até 25 de junho

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Brasília

Caixa-preta
Celso Brandão

Mostra individual do fotógrafo alagoano Celso Brandão em Brasília. O também cineasta e documentarista percorre várias décadas de registros fotográficos em preto e branco e apresenta, de forma poética e intensa, a sua visão peculiar do cotidiano no interior brasileiro. São índios, negros e brancos revelados em suas expressões mais marcantes e realistas por meio de suas crenças e da cultura popular.

Caixa Cultural – Brasília, até 14 de maio

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Curitiba

Matéria Escura
Manoel Veiga

O Museu Oscar Niemeyer recebe a mostra Matéria Escura, de Manoel Veiga. A exposição é composta por 33 de fotografias impressas em tela da série mais recente do artista, que revisita as pinturas de Caravaggio e elimina as cores e os personagens, deixando apenas os tecidos, roupas e cortinas, com os quais o mestre italiano construía suas cenas.

Museu Oscar Niemeyer, até 11 de junho de 2017

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Exposições

Uma seleção de exposições pelo mundo para quem gosta de fotografia

Veja uma seleção de exposições pelo mundo para quem gosta de fotografia (e aqui, uma seleção de exposições no Brasil):

 

 

Provoke: fotografia no Japão entre protesto e performance, 1960-1975

Instituto de Arte de Chicago, EUA, até 30 de abril de 2017

Embora praticamente ignorada em sua época, a revista Provoke (1968-1969) foi uma das mais importantes publicações fotográficas do século 20. Com apenas três edições publicadas, a revista cristalizou o que havia de melhor na fotografia japonesa da década de 1960. Esta exposição é a primeira a explorar o contexto da revista e sua influência como projeto coletivo, situando-a entre os movimentos políticos da década e explorando seu trabalho de provocação que reflete o espírito de protesto e o viés performático da fotografia nipônica. [imagem: Yutaka Takanashi]

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Diane Arbus: no começo

Museu de Arte Moderna, São Francisco, EUA, até 30 de abril de 2017

Esta exposição seminal apresenta mais de 100 fotografias que redefinem Diane Arbus, uma das mais influentes e provocativas artistas do século 20. Focando no início de sua carreira, de 1956 a 1962, quando desenvolveu seu estilo idiossincrático e o método pelo qual foi mais tarde reconhecida, aclamada, criticada e copiada ao redor do mundo. Composta majoritariamente por material inédito, vindo do Arquivo Diane Arbus, adquirido pelo Metropolitan em 2007, a mostra traz íntimas e surpreendentes imagens de crianças, pessoas excêntricas, casais, artistas circenses, drag queens e frequentadores da Quinta Avenida, em Nova York, onde a artista fez a maioria de suas fotos.

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Takuma Nakahira: circulação
Takuma Nakahira

Instituto de Arte de Chicago, Chicago, EUA, até 30 de abril de 2017

Em 1971, o fotógrafo japonês Takuma Nakahira (1938-2015) apresentou na Bienal de Paris sua visionária performance fotográfica Circulação (Circulation). Durante uma semana, todos os dias Nakahira saia pelas ruas de Paris fotografando e todas as noites rapidamente revelava os filmes e ampliava as fotos, que em seguida eram coladas na parede da Bienal. O resultado foram quase 600 fotos, que agora foram reproduzidas e estão expostas no Instituto de Artes de Chicago até o final de abril.

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O olho radical: Fotografia modernista da coleção de Sir Elton John

Tate Modern, Londres, Inglaterra, até 7 de maio de 2017

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Uma oportunidade rara de ver uma das mais importantes coleções particulares do mundo, com obras do período clássico do modernismo fotográfico (1920-1950). Um dos destaques é um grupo de retratos feitos por Man Ray que é mostrado junto pela primeira vez e inclui personalidades como Picasso, Matisse e Breton. Há cerca de 150 obras de mais de 70 artistas, que vão do icônico ao muito raro. [imagem: Aleksandr Ródtchenko]

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Revolução perpétua: a imagem e mudanças sociais

Centro Internacional de Fotografia – ICP, Nova York, EUA, até 7 de maio de 2017

Organizada pela equipe de curadores do Centro Internacional de Fotografia (ICP) de Nova York, a exposição “Revolução perpétua: a imagem e mudanças sociais” explora a complexa relação entre um mundo cada vez mais tomado por imagens e as violentas questões sociais refletidas por estas imagens. A mostra apresenta um recorte sobre seis relevantes para o contexto global atual: #BlackLivesMatter, fluidez de gêneros, mudanças climáticas, propaganda terroristas, a direita política e as eleições americanas de 2016 e a crise dos refugiados. [imagem: Sheila Pree Bright]

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Câmera apaixonada
Ed van der Elsken

Museu Stedelijk, Amsterdã, Holanda, até 21 de maio de 2017

Van der Elsken foi um dos primeiros holandeses a se destacar na fotografia de rua. Seu trabalho em fotografia e filme, frequentemente associado a cidades como Paris, Tóquio e Hong Kong, é marcado por um estilo único, audacioso e espontâneo, com o qual o artista documentou o espírito de seu tempo e também o influenciou. Suas fotografias de uma juventude rebelde no pós-guerra são em grande parte autobiográficas, assim como as aparições espirituosas que faz recorrentemente em suas próprias obras cinematográficas. Mais informações aqui.


 

Eli Lotar

Jeu de Paume, Paris, França, até 28 de maio de 2017

Acontece em Paris uma grande retrospectiva da obra do fotógrafo e cineasta francês Eli Lotar (1905-1969). De origem romena, Lotar atuou junto ao grupo dos surrealistas franceses do início do século 20, publicando seus trabalhos em importantes revistas da vanguarda artística da época. A exibição atual está organizada em torno de temas fundamentais da obra do artista, do Movimento da Nova Visão e filmes documentários, até suas famosas paisagens urbanas, industriais e marítimas.

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Folhas coletadas
Alec Soth

Fotomuseu, Antuérpia, Bélgica, até 4 de junho de 2017

O Fotomuseu de Antuérpia (Bélgica) apresenta uma retrospectiva do fotógrafo norte-americano Alec Soth (1969). Famoso por sua abordagem lírica da fotografia documental, a exposição Folhas coletadas reúne imagens de séries famosas que exploram os locais mais profundos da América, lembrando o trabalho de artistas como Robert Frank, Stephen Shore e Jack Kerouac.

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Lewis Baltz

Fundação MAPFRE, Madri, Espanha, até 4 de junho de 2017

Um dos fotógrafos mais relevantes do século 20, Baltz dedicou-se à representação da paisagem estéril dos subúrbios norte-americanos. Participante da exposição Novos Topográficos (1975), que se tornou um marco na história da fotografia, o artista usava a linguagem formal da fotografia direta sob um viés conceitual para explorar as questões do espaço urbanizado, estruturado e povoado. A mostra reúne cerca de 400 obras que atravessam sua carreira, e é a primeira retrospectiva internacional organizada desde seu falecimento, em 2014. Mais informações aqui.


 

2017
Wolfgang Tillmans

Tate Modern, Londres, Inglaterra, até 11 de junho de 2017

Na sua primeira exposição na galeria Tate Modern, o fotógrafo alemão Wolfgang Tillmans usa seu trabalho para fazer uma pergunta: o que estamos fazendo com o mundo em que vivemos hoje? O ponto de partida definido por Tillmans para a exposição é o ano de 2003, com a invasão americana ao Iraque e passeatas contra a guerra. Com fotografias, vídeos, projeções, publicações e até músicas, o artista chama a atenção para questões sociais e políticas de forma inovadora e provocadora.

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Moholy-Nagy: futuro presente

Museu de Arte do Município de Los Angeles, EUA, até 18 de junho de 2017

Essa grande retrospectiva do artista húngaro, professor da Bauhaus e fundador do Instituto de Design de Chicago László Moholy-Nagy (1895–1946) é uma excelente oportunidade para conhecer a obra pioneira deste pintor, fotógrafo, escultor, cineasta e designer. A exposição reúne mais de 250 obras em diferentes suportes, além da montagem de uma espaço expositivo chamado Sala do presente, originalmente concebida para uma mostra de Moholy-Nagy em 1930.

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Fenômeno fotolivro

Foto Colectania, Barcelona, Espanha, até 25 de junho de 2017

Exposição dedicada a novas perspectivas e possibilidades para o fotolivro, apresentando uma retrospectiva de iniciativas pioneiras até as mais importantes produções contemporâneas.

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Entre o diabo e o profundo mar azul
Pieter Hugo

Museu de Arte, Wolfsburgo, Alemanha, até 23 de julho de 2017

Em exposição no Museu de Arte de Wolfsburgo (Alemanha), os retratos, naturezas mortas e paisagens do fotógrafo sul-africano Pieter Hugo (1976) trabalham sempre com questões de opressão cultural e dominação política. A mostra apresenta obras de trabalhos famosos de Hugo, como Kin, A hiena & outros homens, Nollywood e de projetos mais recentes, como Ruanda 2004: vestígios de um genocídio e Flores selvagens da Califórnia.

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Memória descoberta: As fotografias do gueto de Lodz  
Henryk Ross

Museu de Belas Artes, Boston, EUA, até 30 de julho de 2017

Importante exposição que revisita o horror do cotidiano dos guetos judeus na Polônia da Segunda Guerra mundial. As imagens mostram a determinação e coragem do fotojornalista polonês Henryk Ross (1910-1991), um raro sobrevivente do gueto Lodz que conseguiu documentar o que ele chama de “nosso martírio”. Ross foi designado pelas autoridades alemãs para fotografar cenas montadas da vida no gueto que serviriam de propaganda nazista. Mas, de forma secreta e clandestina, fotografou também a realidade e as mazelas deste cotidiano em cerca de 6 mil negativos que manteve enterrados para só depois da guerra serem revelados e expostos

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O peixe
Jonathas de Andrade

New Museum, Nova York, EUA, até 4 de setembro de 2017

A primeira exposição solo do artista brasileiro Jonathas de Andrade (1982) nos Estados Unidos está focada na sua série “O Peixe”. Mostrando o cotidiano de pescadores do litoral de Alagoas, suas fotos lançam um olhar sobre tradicionais técnicas de pesca, como rede e arpão, misturando documentário e ficção.

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As oferendas
Gao Bo

Casa Europeia da Fotografia, Paris, França, até 4 de setembro de 2017

Uma ampla retrospectiva da obra do artista chinês Gao Bo (1964) pode ser vista na Casa Europeia da Fotografia. Transitando entre a fotografia, a instalação e a performance, estão expostos desde seus primeiros trabalhos sobre a milenar cultura dos monges tibetanos até suas instalações mais recentes, como a intervenção onde queimou uma série de fotos para reter apenas as cinzas.

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Exposições

Uma seleção de exposições no Brasil para quem gosta de fotografia

Veja uma seleção de exposições no Brasil (e, aqui, no exterior) para quem gosta de fotografia:

São Paulo

 

 

Imagem-movimento

Zipper Galeria, até 14 de janeiro de 2017

A exposição explora a capacidade da fotografia, comumente associada à perenidade, de comunicar duração e movimento ao reunir obras e artistas que questionam imobilidade da imagem, seja através da escolha de tema, suporte ou modo de operar. Obras de André Penteado, Felipe Russo, Ana Vitória Mussi, Katia Maciel, Graciela Sacco, Patricia Gouvêa, entre outros, nas quais aspectos como deslocamentos, suportes cinéticos e efêmeros, longas exposições e relações temporais entre elementos pictóricos se entremeiam. Mais informações aqui. [imagem: Patricia Gouvêa]


 

German Lorca: Arte ofício/artifício

Sesc Bom Retiro, até 26 de fevereiro de 2017

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A exposição é dividida em três núcleos: no primeiro estão reunidas experimentações do artista com a técnica fotográfica, incluindo solarizações, múltiplas exposições e jogos de inversão negativo-positivo. Outro nicho expositivo mostra sua aproximação com o meio publicitário a partir da década de 1940, quando produziu diversas campanhas de marcas brasileiras. Por fim, o visitante tem uma rara oportunidade de conferir algumas obras em cores do fotógrafo, que se afirmou como um dos expoentes da fotografia moderna brasileira com sua obra predominantemente monocromática. Mais informações aqui.


 

III Mostra do Programa de Exposições 2016

Centro Cultural São Paulo, até 12 de março de 2017

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Entre os artistas e coletivos que integram a mostra está o Nervo Óptico, grupo que atuou entre 1977-78 publicando um cartazete mensal, nos moldes da arte postal. Livros, revistas, fotografias, fotomontagens e registros de instalações compõem um resgate do trabalho do coletivo, que usava a imagem fotográfica como forma principal de expressão. Mais informações aqui.


 

Fotografia publicitária brasileira

Casa da Imagem, até 2 de abril de 2017

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A mostra reúne mais de setenta profissionais da área e imagens criadas a partir da década de 1950 até a atualidade. A evolução do discurso publicitário no país é representada através de produtos e marcas que pontuaram os hábitos de consumo brasileiros e suas respectivas campanhas. O grande destaque fica para os pioneiros Otto Stupakoff, Hans Gunter Flieg, German Lorca e outros mestres que afirmaram a pertinência desta linguagem. Mais informações aqui. [imagem: German Lorca]


 

Rio de Janeiro

 

Espírito de tudo
Rosângela Rennó

Oi Futuro Flamengo, até 29 de janeiro de 2017

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Ocupando todo o espaço do Oi Futuro Flamengo, a mostra reúne seis obras da artista multimídia que trabalham com a imagem em diferentes esferas. Em Turista transcedental, por exemplo, Rennó manipula vídeos de viagens a diversos pontos do planeta, distanciando-se da paisagem em si e concentrando a experiência na relação com culturas estrangeiras. Segundo a artista, as obras que compõem o Espírito de tudo mostram que há muitos outros mistérios entre o céu e a terra, além daqueles que os filósofos, poetas e artistas já detectaram. Mais informações aqui.


 

Modernidades fotográficas, 1940-1964

Instituto Moreira Salles – Rio de Janeiro, até 26 de fevereiro de 2017

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Modernidades fotográficas, 1940-1964 é a nova exposição de longa duração em cartaz na Galeria Marc Ferrez no Instituto Moreira Salles do Rio de Janeiro. É possível explorar mais de 160 imagens de quatro grandes fotógrafos brasileiros num período crucial para a formação da fotografia moderna no país. Com curadoria de Ludger Derenthal, coordenador da coleção de fotografia da Kunstbibliothek em Berlim, e Samuel Titan Jr., coordenador executivo cultural do IMS, a mostra apresenta do fotojornalismo de José Medeiros (1921-1990) ao modernismo de Marcel Gautherot (1910-1996), da abstração de Thomaz Farkas (1924-2011) à fotografia industrial de Hans Gunter Flieg (1923) – com um país em rápida e contraditória transformação como pano de fundo. Mais informações aqui. [imagem: Thomaz Farkas]


 

Otto Stupakoff: Beleza e inquietude

Instituto Moreira Salles – Rio de Janeiro, até 30 de abril de 2017

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A retrospectiva do pioneiro da fotografia de moda no Brasil, cujo acervo de 16 mil imagens está sob a guarda do IMS desde 2008, foi dividida em quatro núcleos que contemplam toda a sua trajetória profissional: os anos de formação e início da carreira nos anos 1950; sua colaboração com importantes revistas como a Vogue francesa, a americana Harper’s Bazaar e retratos de celebridades como Jack Nicholson; sua série de nus; e uma sala dedicada às inúmeras viagens que fez, incluindo destinos como o Ártico. Mais informações aqui.


 

 

Belo Horizonte

 

Estado da natureza
Pedro Motta

CâmeraSete, até 25 de fevereiro de 2017

O fotógrafo, que utiliza extensivamente da manipulação digital em seu trabalho, expõe mais de 70 imagens distribuídas em oito séries, nas quais explora a tênue linha entre elementos naturais e o comportamento humano. Entre as obras expostas estão Flora negra, instalação fruto de uma residência na Colômbia, e a série Naufrágio calado, na qual Motta insere carcaças de barcos em paisagens marcadas por erosões de grande dimensões. A erosão é também o tema em Falência #2, obra criada especialmente para o espaço da exposição. Mais informações aqui.


 

Curitiba

 

Êxodos
Sebastião Salgado

Caixa Cultural Curitiba, até 12 de fevereiro de 2017

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O fotógrafo lança seu olhar sobre movimentos migratórios induzidos por conflitos políticos e étnicos no mundo desde 1993, analisando como a história e geografia são alteradas por eles. A mostra traz o resultado desta pesquisa, para a qual Salgado percorreu quarenta países retratando a realidade de pessoas obrigadas a deixar sua terra natal por motivos sociais e econômicos. Mais informações aqui.


 

Recife

 

PaLarva
Paulo Bruskcy

Caixa Cultural Recife, até 12 de fevereiro de 2017

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Com cerca de 300 obras, esta retrospectiva inédita da poesia visual de Bruscky inclui trabalhos realizados desde a década de 1960, assim como alguns produzidos exclusivamente para a mostra. Mais informações aqui.


 

Salvador

 

World Press Photo

Caixa Cultural Salvador, até 29 de janeiro de 2017

Migrants crossing the border from Serbia into Hungary.

A exposição reúne as 164 imagens vencedoras da 59ª edição do prêmio de fotojornalismo, que expõe seus resultados na Bahia pela primeira vez. Entre as fotografias premiadas estão duas de Maurício Lima, fotojornalista brasileiro vencedor do prêmio Pulitzer deste ano, e outra do espanhol Sebastián Liste, que fotografou a rotina do Papo Reto, coletivo de mídia independente que atua no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. Mais informações aqui. [imagem: Warren Richardson]